O risco da nociva Luz Azul

A luz desempenha um papel essencial na vida quotidiana, passamos cerca de sete horas por dia em frente de um ecrã e a tendência é para aumentar.

Estima-se que em 2020, 70% das fontes de luz serão LED.

A luz azul é composta por dois tipos de luz: a azul-turquesa e a azul-violeta.

Enquanto que a luz azul-turquesa é essencial para o bem-estar geral, para a regulação do sono, humor e performances cognitivas. Apesar que a luz em excesso também pode ser a causa do envelhecimento prematuro dos olhos.

A luz azul-violeta foi recentemente identificada como sendo prejudicial para as células da retina. Causando danos a longo prazo na visão, pode acelerar o aparecimento da degeneração macular relacionada com a idade (DMRI), a luz azul-violeta aumenta, também, o risco de danos na retina e a fadiga ocular.

A exposição excessiva à luz azul-violeta tem um efeito duplo:
– Geralmente conhecido como “marcador de idade”, a produção de lipofuscina em excesso, um material metabólico que se acumula nas células da retina com a idade;
– Ao mesmo tempo ativa os componentes fototóxicos de lipufuscina, causando a morte celular da retina. O acumular de lipofuscina em células retinianas pode contribuir para a degeneração macular.

Sendo a luz fundamental para a visão e permanente no dia a dia, necessária para a perceção do mundo, é preciso uma proteção ocular de acordo com as necessidades de cada um.

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